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Conheça o processo de calibração e manutenção de pipetas

Publicado em: 27/06/2018

iStock / Getty Images Plus / RomoloTavani A pipeta é um dispositivo preciso que possibilita a transferência de materiais de um recipiente para outro, e precisa ser calibrada a cada utilização.

As pipetas estão entre um dos mais importantes materiais utilizados em laboratórios, sendo utilizadas para a transferência de quantias específicas de substâncias líquidas. Essa transferência é feita de maneira muito precisa, uma vez que este é um dispositivo de vidro alongado com medidas métricas para o controle da quantidade necessária de líquido a ser utilizado.

Em sua maioria, as pipetas funcionam por meio de um sistema de vácuo, criado por um bulbo de borracha que fica encaixado na parte superior do dispositivo. Por conta de sua precisão, a pipeta é indicada para pesquisas e procedimentos realizados em várias áreas da ciência.

Processo de calibração de pipetas

Como um sistema que possibilita a transferência de materiais em análise de um recipiente a outro, as pipetas devem ser calibradas a cada utilização para que se evite a contaminação entre materiais. Deve-se aferir o equipamento, também, para preservação da precisão da quantidade de líquido a ser transportado. Antes de calibrar, deve-se observar o tempo de escoamento livre da pipeta, que não deve ultrapassar um minuto. As pipetas devem estar limpas, para que tenham sido removidas quaisquer impurezas que possam prejudicar os resultados dos experimentos.

Qual a importância da calibração?

A calibração das pipetas é importante para que exista uma maior precisão nos processos de medição de substâncias líquidas que são determinadas em cada experimentação, e é essa precisão que determinará os resultados mais exatos nos experimentos realizados.

Para fazer a calibração, basta colocar água destilada em um frasco de Erlenmeyer, deixando descansar por alguns minutos e medindo a temperatura da água em seguida. Depois, coloque uma proveta na balança analítica para medição, com uma previsão de erro de um décimo de miligrama. Então, transfira a água do Erlenmeier para a proveta, com ajuda da pipeta, e coloque a proveta na balança para nova pesagem.

Os valores devem ser anotados, tanto o peso inicial quanto o peso final. Esse procedimento deve ser realizado quatro vezes para que se encontre a média de peso. Para calcular a densidade da água em cada uma das medições, é necessário que se use volume = massa/densidade.

Tipos de pipeta

Existem diferentes tipos de pipeta usadas em laboratório, sendo que as mais comuns são: pipetas volumétricas, graduadas, automática e a pipeta de Pasteur. Nas pipetas graduadas, o tubo de vidro é fino e longo, com as medidas para a sucção do líquido. Para que se alcance a precisão nessas medidas, é preciso que seja sugado o líquido um pouco além do desejado, pois nessa pipeta se concentra um pouco de ar. A pipeta volumétrica possibilita a transferência de quantidades pequenas de líquido e possui grande precisão de coleta.

A Pipeta de Pasteur é a mais simples e também a mais comum. Esse tipo de pipeta possui um “balão” na parte superior, que é pressionado para a sucção do material. Em laboratórios profissionais, geralmente são utilizadas pipetas automáticas ou eletrônicas, que possuem um sistema de precisão muito mais exato e são utilizadas micropipetas no aparelho.

A Prolab trabalha com pipetas de várias medidas, visando atender às necessidades de qualquer laboratório. Confira os modelos disponíveis e solicite um orçamento personalizado!

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